Tuesday, November 30, 2010

30000 visitas e 100 mensagens...

Olá a todos.


Muito rapidamente, agradeço a todos os que têm visitado este blog, conseguindo chegar às 30000 visitas, e assim como esta mensagem que é a 101ª mensagem.


Espero continuar a mostrar os meus  trabalhos através deste blog e chegar às 60000 visitas, assim como às 200 mensagens.


Abraços a todos.

Sunday, November 28, 2010

Via pintada

Olá a todos.

Em pouco tempo, liguei o compressor e dediquei-me á pintura dos carris.
 Estas foram as duas cores utilizadas: Vallejo 71056 Black Grey para base, pintado com o aerógrafo a 2,0 bar e o Tamiya XF-64 Red Brown, também com aerógrafo, mas a 1,2bar, e com o limitador do curso do gatilho a meio, para pintura apenas dos carris.

Depois, de deixei secar bem, e com o diluente para tintas da Tamiya X-20 e umas cotonetes, limpei o topo do carril. O resultado foi este:

 Agora vou-me entreter com o esquema eléctrico durante mais algum tempo. Mas estou "mortinho" para começar com a decoração desta coisa...

 Abraços a todos. 
 

Friday, November 19, 2010

Fios... e mais fios...

Olá a todos.

A facilidade de layouts e projectos mais pequenos é esta mesmo: em pouco tempo se faz grandes progressos, e facilmente chegaremos ao ponto de termos um cenário pronto ou quase pronto para colocarmos os detalhes que dão vida aos mesmos.

Ontem à noite, entre a minha hora de jantar (21H) e o início do "Biggest Looser" (23H), estive de volta dos cantões e a da arrumação dos fios que já vou tendo.

Como foi dito anteriormente este mini-layout será analógico, pelo que tive que fazer alguns cortes na via, com o miniberbequim (é tudo mini...) e um disco de esmeril: 
 

Depois preenchi os espaços com tiras de Evergreen, colado com CA. O facto de ser branco, irá ajudar a perceber onde estão os cortes de via, para parar o material circulante sem toques ou choques.

Com um bisturi e uma lima dei o acabamento final, retirando o excesso. 

No fim, arrumei os cabps todos com a ajuda de cola quente... lá foram mais uns palavrões. Na frente do layout já se vê a caixa de controlo de tudo isto. Resta-me agora arranjar uma maneira inteligente de ligar e desligar o transformador do layout... Estou a pensar em fichas RCA de áudio! 


E pronto. Agora já consigo fazer cruzamento de comboios e algumas manobras com vagões, muito facilmente. Em 6H, avancei um bom bocado...


Abraço a todos.

Tuesday, November 16, 2010

Aproveitamento de material antigo

Olá a todos.

Já lá vai uns bons dias sem uma actualização sobre comboios e modelismo ferroviário cá deste lado. Bem, ontem, em conversa com um amigo, e depois de muito ver e ler coisas sobre modelismo ferroviário do Japão, decidi experimentar fazer uma pequena maqueta em 91 x 65 cm, mas sem gastar, ou gastar muito pouco. Tenho lá por casa, material que fui adquirindo ao longo dos tempos, e que por si só não vale nada para vender em 2ª mão:
Madeiras;
Carril;
Cortiças;
Roofmate;
Kits montados ou por montar;
Material circulante, que por usar carril do código 55 da ATLAS na Lonesome, não circula;
Etc, etc...

Decidi, por mão às obra e fazer alguma coisa, que apesar de ser muito simples, me irá entreter durante alguns tempos.

A medida escolhida tem apenas a ver com um módulo que me foi cedido, por uns amigos, e que estava à espera que acontecesse alguma coisa.

A ideia dos mini-layouts é  conseguirmos ter comboios a circular, sejam eles de linhas secundárias, minas, comboios turísticos de praia (lembram-se Shifting Sands, um layout precisamente com estas medidas, mas em O, com comboios em N?) em pouco espaço, e termos projectos fáceis de concluir, que não seja necessário gastarmos fortunas para o acabarmos.

E foi então, que em duas horinhas apenas, ontem à noite, isto aconteceu:


A minha mesa de trabalho, vazia e limpa, à espera...
O módulo, em contraplacado marítimo, leve, apesar do tamanho.
O ideal era ele ainda ser um pouco mais pequeno...
O plano de vias desenhado em WinTrack 10.0. 
Está ao contrário, porque não me apercebi que as agulhas que tinha 
eram ao contrário...

O ensaio com PECO SetTrack, código 80. Ainda não assentei a cortiça, e 
pergunto-me se valerá a pena: afinal isto é uma linha quase abandonada...

Ao fim de duas horas, o aspecto era este, com linha PECO Flexível, código 80.
A linha é horrível, e monstruosamente grande, mas como era o que tinha, vai disto!...

Hoje vou ver se faço as ligações eléctricas para por a comboiada a andar e a esticar as pernas. Depois o resto logo se vê!!!

Abraços a todos!

Wednesday, October 20, 2010

Modelismo ferroviário?

Há dias que me apetece escrever sobre o modelismo em Portugal. Hoje é um desses dias. Isto foi provocado por ter lido uma revista da Modelrailroader, com o título “How to Build More Layout in Less Space”.

Esta revista tem catorze artigos sobre a construção compacta de layouts. Epah, magnifico! A malta deveria ler isto... mas o quê, gastar dinheiro em revistas, livros e/ou DVD’s sobre assunto? Não... nós nascemos todos ensinados. Sabemos todos criar cenários realistas e correctos... certo? Errado. É por isso é que a minha colecção de revistas e livros não para de crescer: Model Railroader, Loco Revue, Eisenbahn Journal, MRH (esta é gratuita, sabiam???) É um PDF com conteúdos multimédia, com dicas fantásticas sobre modelismo). Não nasci ensinado, nem nunca fui bom a Trabalhos Manuais na Escola.


O que vejo cada vez mais, seja cá dentro ou lá fora, são as aberrações de maquetas... desculpem... de amontoados de material, que nada têm a ver com a realidade. No modelismo ferroviário tentamos reproduzir a realidade à escala. O que se vê mais é a malta que gosta do comboio eléctrico e faz a sua colecção, mas que se intitulam de modelistas ferroviários.


No meu ponto de vista o que se passa é o seguinte:

Modelista ferroviário – Pessoa que se dedica à construção de um cenário baseado ou não na realidade, mas que os critérios de construção têm a ver com um determinado período ou espaço temporal
Coleccionador ferroviário – Pessoa que se dedica à colecção de modelos ferroviários, e que até é capaz de por os seus modelos a rolar de vez em quando, porque até tem uma chapa de madeira com umas linhas pregadas.
Amante do comboio eléctrico – Pessoa que compra tudo e mais alguma coisa, sem qualquer tipo de critério, e que faz um cenário que não é baseado em nada, e que por vezes acaba por ficar tudo tão complicado que fica tudo menos credível.

Sou capaz de ser um pouco radical nestes conceitos, até porque me considero um pouco dos três. Mas de facto, a minha colecção está-se a dirigir para um determinado local e época. O layout também...


Malta, vamos lá com calma, e vamos deixar de ser “Velhos do Restelo”. Hoje em dia só não fazemos maquetas melhores se não quisermos.


Eu próprio meti-me numa alhada complicada... “ah e tal vou fazer uma trestle bridge...” Errado... não a fiz, e ainda está por fazer. Devemos manter o projecto da maqueta simples, sobretudo se não temos muita experiência. Devemos procurar fotografias da realidade para inspiração.

Digam-me lá se faz sentido vermos uma CP 1400 azul ao lado de uma 5600, numa mesma fotografia? Mas faz mais sentido se, com pequenas alterações, fotografarmos a maqueta com a 1400 azul com carros da época, e depois pomos a 5600 com carros da época. Fica ou não diferente???

Pensem nisso...


E muito importante: ninguém nasceu ensinado. As revistas ajudam muito. E não é por €7,60 de uma Model Railroader que o a coisa corre mal durante o mês... É preferível gastarmos esse dinheiro, para nos ajudar a escolher os produtos e técnicas correctas, do que andarmos a comprar e experimentar material por tentativa/erro.


Ah, e mais digo: Os livros da NOCH são excelentes!!! Até dizem o que devemos usar em cada capítulo!


Venham daí os vossos pensamentos e ideias.

Abraços.