terça-feira, 30 de março de 2010

Visita ao Carlos Filipe

Olá a todos.


Esta segunda-feira, fiz uma visita ao meu amigo Carlos Filipe, que já não via há muito tempo. Foi uma tarde muito bem passada, onde deu para falar sobre o futuro de Schanielburg, sobre modelismo e sobre os projectos futuros do Carlos.


Deu também para "bater duas chapas" ao maravilhoso "Nenhures", diorama em 1/48 em bitola de 9mm, construído em 430 x 330, ou seja uma bandeja de "self-service". Mais uma vez, a creatividade do Carlos não para de surpreender pelo positivo: Não deve ter gasto mais que 15 ou 20€ para construir este pequeno diorama funcional: Um habitante do Colorado, USA, decidiu construir um layout de jardim, gigante. Situação bastante comum nos EUA, UK, e Hollanda.


As estrutras são em papel, a base é uma placa de roofmate, e o resto são os balastros e gravilhas que o Carlos acumulou ao longo de anos. As árvores são o célebre kit 23100. A linha é uma Flextrack da PECO SL-300.


Espero poder ver esta maqueta numa próxima exposição.


Abraços a todos. Espero que gostem do trabalho.


segunda-feira, 15 de março de 2010

Mais uma nova actualização - Faller 212107

Olá a todos.

Como sabem, Schanielburg, encontra-se em remodelações. Estou a fazer aquilo que deveria ter feito desde o início, seguir o projecto.


Schanielburg é uma pequena vila perdida na Alemanha, no pós-WWII, 1956. Não é grande para ter uma estação tão grande como tinha. Vai daí, começa-se do principio. 

Então, estou a começar por montar a nova estação, mas dentro do tamanho que deveria ser e a que já estava planeada: Faller 212107. 


Aqui vão mais umas fotos:


Neste momento, encontra-se apenas montada, a aguardar a pintura.
Esta última é uma geral para a malta poder ter uma noção do tamanho deste modelo. Adoro a minha Escala N (1:160). 

Abraço a todos.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Artigos por... Carlos Filipe

Olá a todos.


É com enorme prazer que publico o primeiro de um série de artigos em PDF escritos pelo Carlos Filipe, modelista convicto, e muito, mas muito talentoso.
O Carlos tem uma ideias para o modelismo ferroviário muito diferentes do que é habitual vermos pelas Terras do Zé Povinho.
Aqui fica o primeiro artigo:

Algures nos Mares da China... (PDF)

Esta lista vai sendo actualizada conforme vão existindo mais artigos do Carlos.
Esperamos que seja do vosso agrado.
Abraços a todos.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Update, ou "Down-date"?

Olá!


Passou-me uma coisa má pela cabeça: Arranquei o cais que tinha feito. Estava ali qualquer coisa que não me agradava.


Vou refazê-los, em Evergreen, e fora da maqueta, para depois encaixar lá....




Uma chamada de atenção pois vou vender algumas coisas que tenho por aqui. Contactem-me para saberem mais...


Abraços a todos.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O modelismo... ferroviário?!?

Olá.

Hoje, apetece-me escrever, sem dar novidades ou notícias sobre o meu layout. Aptece-me escrever sobre aquilo que vejo e leio nos fóruns nacionais. Apetece-me fazer alguma coisa para mudar a mentalidade dos nossos modelistas, como eu mudei também.

Cada vez que abro um ou outro fórum nacional, farto-me de ler o mesmo, mas de diferentes autores "falta isto e aquilo no modelo... está mal feito assim ou assado"... mas quando estes mesmos autores mostrarm os seus trabalhos de modelismo no cenário, fico com calafrios. Chamamos a estes tipos "conta-rebites". Estes conta-rebites são, correctamente associados ao "fine-scale". O "fine-scale" é o aperfeiçoamento dos modelos, desde a sua matrícula até à correcção completa do modelo, incluíndo as rodas, passando estas últimas para o RP-25. Meu Deus outra desgraça:

"O RP-25 nas nossas maquetas não funciona! Devia haver sempre as rodas NEM!" - dizem estes contra-rebites.  E nós temos umas pequenas e horríveis ovais e não funcionam... Agora os norte-americanos têm centenas de metros de carril assente, com sessões de operação com 10/15 participantes, tudo com rodas RP-25 e aquilo funciona... Afinal de quem é a culpa? Do RP-25??? Não me parece...

Mas, o "fine-scale" não é só no material circulante que se deve aplicar. Em toda a nossa maqueta deve ser aplicado. Desde o seu planeamento e traçado, a sua decoração consoante o local que estamos a retratar (já vos disse que o modelismo é a reprodução da realidade à escala?!?!?!?), a época (o que se vê mais é o VW Passat CC ao lado de uma S3/6 de Época I), a operação da maqueta (a velocidade, meus amigos... porque é que temos sempre a tendência de por aquilo a circular tipo TGV???).

Infelizmente, raras são as maquetas que são do conhecimento geral e que têm algum sentido. São, como li no Modelismo na Net, a "Comboiolândia", onde temos uma chapa de madeira com muiiiiiiiiiitas linhas, uma ou duas casas, e 40 mil comboios a andar.

Eu, pessoalmente, gosto muito de ver a minha crocodilo a arrastar-se muito devagarinho pela linha, e chega-me bem. Nunca gostei de ver uma maqueta com muitos comboios, porque aquilo que eu tento fazer é "reproduzir a realidade à escala".

Atenção, não sou ninguém, mas esta é a minha opinião, e gostava que as coisas fossem diferentes. Gostava que houvesse mais malta a construir maquetas, mas com sentido. Se os espanhóis fazem-no, os britânicos também, os franceses, os alemães, os norte-americanos, os sul-americanos, porque é que nos não podemos fazer também? 

Não me levem a mal...

Abraços a todos.