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Thursday, October 9, 2014

Track layed

Hi all.

I have been busy laying track and making the wiring. While the 2nd isn't a pretty sight, the 1st one is more appealing.

So, I am using MicroEngineering code 70 track, and the plan I decided to stick with a version of Palmetto Spur from Lance Mindheim. While Lance makes the fiddle yard not part of the layout (on right), I will make it a part of the layout, just add scenery. I don't know if I will make a bridge, or some warehouses not rail served.

So, back to the track laying. I added some playwood between the two modules, so that I could add some copper clad sleepers so that the track at the end of each module could be more secure.

Let's look at some pictures.



Olá a todos.

Andei a assentar via e a fazer as ligações eléctricas. Enquanto a 2ª fase não é bonita, a 1ª é mais apelativa.

Estou a usar carril da MicroEngineering código 70, e  decidi usar uma versão do Palmetto Spur do Lance Mindheim. Enquanto o Lance usa uma gare fantasma desmontável, eu decidi que a mesma iria ser parte do layout, para adicionar cenário. Ainda não decidi se será uma ponte, ou uns quantos armazéns que não serão servidos por vagões.

Então, decidi acrescentar uns pedaços de contraplacado entre os módulos, de forma a que pudesse colocar solipas em circuito impresso, de forma a que a união entre os carris dos módulos fosse mais robusta.

Vamos ver algumas fotos.

The track was glued using liquid nails. / A via foi colada usado "prego liquido"

Here is the track and the copper sleepers. Notice that between the two modules is a strip of styrene. This has the width of my cutting disk, to prevent a big gap when the modules are connected together. The is idea is explained in detail by M.C. Fujiwara / A via e as solipas de cobre. Notem que está u pedaço de estireno entre os módulos. Tem a espessura do disco de corte. Isto será para previnir uma falha entre carris depois do corte feito. A ideia é explicada ao detalhe pelo M.C. Fujiwara.

The track soldered to the sleepers / A via soldada às solipas

The sleepers had to be trimmed and a gap was done at the center / As solipas foram cortadas e foi feito um golpe no centro.

The styrene was removed, and now you can see the result. / O estireno foi removido, e agora poderão ver o resultado.

Track is layed and the wiring is done. Now, let's run some TRAINS!!!! / A via foi assente, e o circuito eléctrico feito. Agora, vamos movimentar COMBOIOS!!!!

Best wishes.

Sunday, February 23, 2014

Mais qualquer coisita!!!

Olá a todos!

Hoje fiz mais qualquer coisa, mas pouco se nota:


Coloquei as solipas em falta...


E fiz o painel de controlo para corte de energias nos diversos cantões.

Já dá para brincar com algumas manobras! :)

Estou a tentar agora decidir se vou electrificar as agulhas ou não...

Abraços a todos.

Sunday, January 20, 2013

Mais novidades - Grande update!

Olá a todos

Primeiro foto-update do meu blog deste ano. Com novidades fresqunhas de.... (raios, ainda tenho que desenvolver um nome para coisa), bem do meu layout!

Primeiro, gostava de vos mostrar onde faço os meus trabalhos modelisticos: É modesta, mas a pouco e pouco a coisa vai crescendo:


Vamos ao que interessa.
Conforme a última mensagem  estou dedicado a fazer a electrificação do layout, visto que o controlo do mesmo é, neste momento, analógico. Posto, isto, há que cortar carris, fazer os cantões, soldar fios, construir um painel de controlo, etc...

A confusão dos fios,todos eles foram identificados, por forma q que posa desmontar o painel de controlo. Neste momento, apenas os cantões funcionam, faltando colocar uns LED para indicar qual o cantão em funcionamento, e também o motores das agulhas, que apesar dos fios estarem passados, falta efectuar as ligações.

O painel de controlo. O controlo é feito com um Gaugemaster com feedback, colocado numa folha de Evergreen de 1,0mm, e os respectivos interruptores para os cantões e agulhas.

Os comboios já mexem, e está a na altura de planificar o cenário. Como já percebi que para mim é difícil manter-me num único tema, o cenário é da minha inteira imaginação, não sendo baseado em nada, mas apenas em modelos que eu gosto. (vai ser comum andarem comboios japoneses ao lado de suíços e espanhóis... até americanos...)

Assim sendo, aqui ficam alguns dos modelos já montados ou em montagem para a maqueta.

A fábrica da localidade: KIBRI 37724. Vai gerar movimento de minério, e bobines de aço, carvão (para a caldeira que está no "resto do mundo") entre outros produtos...

A estação rural: Vollmer 7521. Ah e tal faz falta uma estação... cá está ela.

A vivenda do dono da fábrica: Vollmer 7762. Uma oferta de Natal.

A cidade (parte antiga) de (inserir nome da maqueta! LOL) estão a ser usados os kits KIBRI 37107 e 37108, com algumas alterações. Os prédio lá atrás são restos de kits da Faller, que foram cortados e eitas as paredes com Evergreen de 1,0mm. os telhados são em resina.

Aqui tenciono fazer a minha primeira experiência com água. Vamos ver...

Uma geral da maqueta.

Espero que as fotos sejam do vosso agrado

Um abraço a todos.

Thursday, January 10, 2013

Calmo... ou talvez não!

Olá a todos.

 O ano de 2013 começou com o layout a ser electrificado. Não há fotografias para mostrar, pois está a ser tudo feito debaixo do layout. Quando esta parte estiver pronta aí sim, vamos às fotos. Posso apenas dizer que já consigo brincar com as manobras. E o plano de vias resulta às mil maravilhas para isso...

 Abraços a todos.

Sunday, October 28, 2012

Trabalhos deste fim-de-semana

Hoje dediquei-me mais um pouco ao layout.

Estive de volta da alimentação das cróximas, de forma a que esta parte da agulha tenha sempre tensão para que as locomotivas passem à vontade.


A agulha com o motor instalado. A cróxima é aquela parte ali no meio desta peça, em que os carris de cruzam.


Vista de baixo. A agulha tem por baixo um arame que faz a ligação à dita cróxima. Será aqui que será soldado um dos fios... 


O PECO PL-13. Este é o switch que irá ser colocado no motor, para fazer a inversão da polaridade da cróxima, cada vez que a agulha mudar de posição...


O PL-13 tem que ser colado. Usei uma cola de contacto. Serve na perfeição! ;)


Os fios que utilizei. Cores diferentes para poder identificar a que corresponde cada um.


Usei o preto para o comum. A ligação entre as duas bobines têm que ser feita.


Vermelho e verde para a mudança de posição.


Azul para fazer a ligação do PL13 à cróxima.


Amarelo e castanho para lá fazer a alimentação que vem da via.


O final do dia de hoje.

Pois é... é verdade... os comboios já funcionam. 

Abraços a todos.

Wednesday, September 26, 2012

Aproveitar as férias...

Olá a todos.

Numa semana de aproveitamento de férias, vai de meter mãos à obra. 
- Fiz umas alterações ao plano de vias - acrescentei três agulhas. Ok, ok compliquei um bocadito...
- Fiz os cantões, e o respectivo painel de controlo, e electrificação.
- E construí as gares- fantasma. 

Vamos às fotos:

A alteração pretendida. Apenas para acrescentar um pouco de interesse operativo.


Aspecto geral após as alterações feitas.


Os cortes de via como normalmente faço. Depois de assentar avia e soldar a via, os cortes são feitos com o mini-berbequim e depois preenchidos com Evergreen colado com cianoacrilato (vulgo super-cola)


Aqui estão os cortes preenchidos com Evergreen. As soldaduras não estão bonitas, mas tenho que lhe passar o miniberbequim para lhes dar melhor aspecto. Espero que depois da via pintada e patinada fique com melhor aspecto.


A gare fantasma do lado esquerdo. É ao estilo Sector Plate. Ainda falta assentar a via.


O aspecto geral com as duas gares fantasma. Em casa apenas funcionará uma das gares, mas caso leve esta traquitana a uma exposição, funcionarão as duas. Em casa funcionará como estação terminal.

Bem... o que é certo é que já me posso divertir a fazer umas manobras.

Abraços a todos.

Sunday, December 12, 2010

Circuito eléctrico (parte 1)

Olá a todos.

Hoje venho mostrar três fotografias rápidas sobre o circuito eléctrico deste pequeno layout. Ainda tenho que pensar em um nome para o mesmo.

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Esta é uma foto geral do “capot” aberto, Um transformador de corrente alterna Märklin que sobrou, no canto superior do layout. Do transformador vêm quatro fios – dois azuis e dois pretos. Os que estão mais à esquerda vão alimentar o reóstato. Os que estão mais à direita vão alimentar os motores dos desvios. Se repararem, a meio destes últimos cabos, tenho dois componentes electrónicos. Começo com uma ponte rectificadora, que transforma a corrente alterna em corrente contínua, que por usa vez irá alimentar um condensador electrolítico de 4700 microfarads. Este rapazola irá dar uma descarga directa sobre os motores das agulhas, cada vez que é solicitado. Desta forma, as agulhas nunca irão ficar por mudar, e também deixo de ouvir o barulho irritante de campainha de porta que os motores PECO fazem quando accionados por AC, passando apenas a ouvir um pequeno estalo, resultantes da mudança mecânica das agulhas.

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Como disse atrás, dois dos fios estão a alimentar o reóstato. E aqui está a “traseira”. Utilizei um Gaugemaster modelo UF, de painel. Este comando está equipado com uma função de “feedback" – o comando vai analisado o comportamento eléctrico do motor, fazendo ligeiros ajustes automáticos à tensão que lhe é aplicada, de forma a que o motor mantenha as mesma velocidade. Um pouco como o controlo de carga utilizado pelos decoders digitais.

115E aqui está a frente do layout. Do lado direito o Gaugemaster montado no seu sitio. Do lado esquerdo os interruptores que controlam os cantões eléctricos.

E agora, vou descansar… amanhã é dia de trabalho! A parte dois virá assim que o tiver os botões para os desvios.

Abraços a todos.

Friday, November 19, 2010

Fios... e mais fios...

Olá a todos.

A facilidade de layouts e projectos mais pequenos é esta mesmo: em pouco tempo se faz grandes progressos, e facilmente chegaremos ao ponto de termos um cenário pronto ou quase pronto para colocarmos os detalhes que dão vida aos mesmos.

Ontem à noite, entre a minha hora de jantar (21H) e o início do "Biggest Looser" (23H), estive de volta dos cantões e a da arrumação dos fios que já vou tendo.

Como foi dito anteriormente este mini-layout será analógico, pelo que tive que fazer alguns cortes na via, com o miniberbequim (é tudo mini...) e um disco de esmeril: 
 

Depois preenchi os espaços com tiras de Evergreen, colado com CA. O facto de ser branco, irá ajudar a perceber onde estão os cortes de via, para parar o material circulante sem toques ou choques.

Com um bisturi e uma lima dei o acabamento final, retirando o excesso. 

No fim, arrumei os cabps todos com a ajuda de cola quente... lá foram mais uns palavrões. Na frente do layout já se vê a caixa de controlo de tudo isto. Resta-me agora arranjar uma maneira inteligente de ligar e desligar o transformador do layout... Estou a pensar em fichas RCA de áudio! 


E pronto. Agora já consigo fazer cruzamento de comboios e algumas manobras com vagões, muito facilmente. Em 6H, avancei um bom bocado...


Abraço a todos.

Thursday, June 10, 2010

Progressos feitos!...

Progressos... com queimaduras, palavrões e tudo a que o Bom Português está habituado a fazer quando está a fazer alguma coisa.

O que é certo é que comecei ontem à noite e acabei hoje, aproveitando o feriado. Estive a assentar via, e fazer electrificações (coisa muito simples - apenas 6 pontos de alimentação).

O que é certo é que ficaram algumas mazelas nas minhas mãos, mas posso dizer que finalmente os comboios já andam.

Vamos às fotos:
Esta primeira foto mostra como as coisas estavam ontem à noite antes de começar: Colei a cortiça com cola de contacto para poliuretano. Era suposto, conforme o Carlos Filipe me deu indicações, isto ter sido feito com balsa, mas depois de ver o preço, decidi que era melhor não. As razões que ele me deu para utilizar a balsa estavam correctas - o "roofmate" poderia sofrer algumas depressões e a cortiça acompanharia estas. Tive que ter um pouco mais de cuidado, mas tudo correu bem. Aliás, nos livros todos que tenho, esta foi sempre a técnica utilizada.

Um "upgrade" às vias PECO para poder fazer a ligação ao código 55 da ATLAS que estou a utilizar.

O estado das coisas a meio do jogo. A gare-fantasma estava completa, com a via toda assente. O ferro de soldar fartou de trabalhar e queimar. Percebem agora os palavrões???

Outra vista da gare-fantasma. Os AMV's desta parte do layout serão os únicos motorizados, pois irão ficar longe da minha vista e de difícil acesso.

A via toda assente e as coisas mais arrumadas. Finalmente, tenho os comboios a andar e posso descansar um pouco. Foram horas de trabalho, mas ainda não está tudo feito.

A cena típica numa altura de operação: nunca poderei ter mais que isto em cima das linhas e até poderá ser um pouco a mais.

Por fazer ficaram as ligações aos interruptores para a electrificação às cróximas das agulhas na frente do layout, e e colocação das alavanças para os mexer. Tenho também que construir o painel de controlo para a gare fantasma, pois preciso de ter uma indicação da via que estará livre. Isto vai implicar relés e afins. Acho que vou gostar desta parte :)

Depois de tudo muito bem testado, começará a construção do cenário: o deserto!!

Fiquem atentos!

Tuesday, November 17, 2009

Under the hood!

Olá a todos.
Primeiro a fotografia da praxe:

Elah!!! Tantos cabos e fios por todo o lado... então mas o circuito não é digital??? Sim é, mas... passemos às explicações.

Se bem se lembram, uma das minhas ideias no início era ter os desvios manuais, de forma a que cada pessoa que tivesse a operar a maqueta podesse controlá-los. Mas entretanto, também pensei: "Se vou levar isto a exposições, tenho que a ter funcional à distância!!!" Foi então que decidi digitalizar as agulhas também. Com este problema resolvido, surgiu-me outro: os gulosos solenóides da PECO.

Estes motores são bons, resistentes, mas muito consumidores. Por cada vez que se ligam, no meu caso, têm que vencer a mola que os desvios têm e também têm que movimentar o PL13. Com isto consomem 2.5A, pelo que um descodificador normal não tem capacidade para os mexer. O 5212 da Viessmann que usei só debita 2.0A, mesmo utilizando a sua alimentação externa.

Como resolver? Aproveitar a saida do descodificar para "atacar um relé". Um relé não é mais que um interruptor activado electricamente. Então a sequência é:
1º Ordem dada no comando;
2º Decoder recebe ordem e activa relé;
3º Relé actua sobre o motor, deixando passar alimentação vinda uma fonte mais forte e sem filtros.;

O que tinha mais à mão era um transformador de 18V e 18VA (1A). É curto, mas os 18V compensam a falta de Ampéres. Ah, e o mais engraçado... é DC, ou seja corrente contínua. Acabou-se o barulho irritante de campaínha que o motores PECO fazem quando alimentados por corrente alternada (AC)!


Uma close up do que estou a falar:



Fios castanhos e amarelos: Alimentação digital
Fios Azuis e pretos: Alimentação 18V DC

Fios castanhos, pretos e beijes: Ligação ao decoder
Caixinhas brancas: Relés

Para terminar, à pouco falei no PL13... este interruptor o que está a fazer é a mudar a polaridade do frog (coraçaõ) da agulha. Porquê? O frog normalmente só é alimentado pelos carris que encostam aos carris exteriores. Por si só, um método muito falível: um grão de balastro, pó, gordura da lubrificação das máquinas é o suficiente para quebrar o contacto eléctrico: o PL13 assegura que haverá energia sempre no coração das agulhas. Como estas que utilizo são Electrofrog, há que aproveitar este facto.

Espero que tenha sido útil.

Abraço.